O tempo aparentemente não era de um grande azul, porém aquilo não era nada. Sempre vinha a mesma pergunta para a sua cabeça: O que essas nuvens escondem? Nuvens próprias, sabe? Quando estas se movem a tal velocidade o melhor é estar preparado - mas nós nunca estamos preparados para isso. Não que o calor não seja bom, tanto que não havia como saber... O experimentar sempre fora uma ambição forte, mas as oportunidades não existem para todos.
Ou um tempo tão sobrecarregado seria um escudo. A forma mais simples de se proteger é se esconder, mas aquilo já estava muito além do aceitável. Esconder-se em si era tão estúpido. Não me diga que seria melhor do que se esconder em você. Só estaria enganando uma pessoa: Você. Enconder-se em si engana não somente ao próprio, mas a todos. O peso no fim da brincadeira é incalculável, somar níveis de tolerância que não existem seria até melhor. A intolerância é tão óbvia. Não se soma, multiplica-se.
Porém a matemática não é tão importante, não podemos fazer da vida um circo de números. O imprevisível é previsto, meu amigo. Ele existe. Como dizer que vai dar um seis no seu dado da sorte? O um também está por lá, ansioso como você. Ou mais. As surpresas sempre vão estar bem em cima da sua cabeça. Quando caem podem trazer consigo um sete inexistente até então. Então não diga que nunca fez isso. Então não diga ser prestativo. As chances no seu jogo sempre se viraram para você, não é? É o seu jogo. Mas a vida chega do nada e brinca com você. Ela é tão esperta que disfarça a sua ambição: a ambição da vida é a sua vida. Venda-se ou deixe as chances se abrirem naturalmente.
Comandar nem sempre é essencial. Ficar de lado não é considerável. Seu reflexo refletirá nos outros. Encontre os outros reflexos.
O outro também está ao seu lado, talvez queira avançar um passo. ;)
Eu preciso poteger a música de mim. Quantos eu são capazes de residir? Existe a personalidade? Onde está a diferença? E a igualdade? E, o mais importante (?), por que começar com interrogações? Penso que isso é demasiado adolescente e sinto repúdio. De mim.
Sempre dei uma de filósofa, como se isso fosse esconder algo. Somente dois conseguiram expressar o que eu temia, e dois é um número tão perfeito que dá nojo. O meu espelho e para onde eu queria refletir. Essas lembranças são tão antigas... Elas sempre voltam pra me assombrar. Que valor eu quero provar?
Reli e me deu impressão de poesia. Odeio poesias. Tão certas... E isso não... Quero dizer, não posso afirmar, nunca soube o que é certo ou onde esconderam-o. Não sei se já o vi, e se tiver praticado... Sei bem que não sou merecedora.
Não mereço o meu Deus, não mereço a minha terra e muito menos a minha família. Mereço sim a mim, mas não o que posso sentir com a música.
Eu gostaria de poupá-la de mim, mas não sou forte para dar adeus a única coisa capaz de me entender. Gostaria de pedir ajuda, mas também não a mereço.
Prometo, por mais que minha palavra nada valha, eu não irei te machucar. Sou um monstro, isso sei, mas não vou, não posso te atacar. Você já fez muito por mim, porém o medo de te agradecer permanece. Minha gratidão é imunda, mostra que fizeram algo por mim, e eu nada mereço.
Eu não te mereço.
Mas você está aqui.
Desc... Eu sei, isso é irônico.
Essas palavras, na verdade, foram gravadas nessa sexta-feira (24). A música (You fou Me - The Fray) me deu vontade de passá-las de uma folha do caderno para uma máquina.
Esse pode ser papo de louco, ou, mais corretamente, para loucos. Eu não sei se um teste prova o que você é, seja ele feito por pessoas "normais" ou estudiosos do assunto. Porém, de acordo com o teste, eu sou sinestésica, certo?! É, certo. E a minha certeza acerca disso só consegue vir à tona a partir da música (merda, sempre ela!).
Numa madrugada qualquer eu tinha certeza que a noite seria longa. A falta de sono me persegue, quase duas da manhã, eu sentada no chão com o meu criado mudo virado para mim, gaveta aberta para pôr os lápis e canetinhas, afinal precisaria de fácil acesso. A idéia veio quando estava no canto da parede ouvindo Muse com olhos fechados. Eu via formas passando por mim. Formas, cores... Mas não conseguia discernir, porque era a música vindo totalmente para mim. Decidi, na minha mente, me focar em uma só coisa. Guitarra, voz, bateria, piano, violino, a batida eletrônica... Cada forma ficou bem mais simples, as cores foram tomando suas posições. Tirei aquilo da mente. Fiz isso.
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Primeiro fiz as formas com a lapiseira, concentrando-me em cada parte. Uma legenda rápida: Os meio círculos costumam ser as vozes, que podem dar voltas e voltas (como a parte marcada de rosa no canto esquerdo), aqueles que parecem fogo (?) é sempre um som mais brusco, como o da guitarra. A bateria costuma ser bolas ou círculos que entram para si, como aqueles que estão no meio (roxo e azul). O violino sempre é muito particular, há uma mistura de formas indecifráveis para quem vê, como as que estão perto do nome Endlessly, em cima do "violino" roxo-amarelo. A "batida eletrônica" varia em cada música. Primeiro, a música a tem? Depois, como ela é? Se tiver algo que você ache que é eletrônico, então será.
Com a lapiseira, ficou bom. As cores se confundiram. Primeiro, a música tocando enquanto fazia com a lapiseira. Música acabou e deu play novamente para cobri com as cores. Mas o tempo que demorei em cada parte da música para cada som foi diferente, e vai que eu confundia a forma de um som de uma parte com outra forma do som feito pelo mesmo meio de outra parte, deu pra entender? Heheheh! É complicado. As cores não ficaram boas.
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Time is Running Out foi diretamente com as cores, já que o primeiro não deu. As explicações já foram feitas, só quero ressaltar que privilegiei as repetições dessa música como não fiz em nenhuma outra, já que gosto nessa, particularmente, isso. Repetições. Ficou... legal. Bem rápido e brusco, como a música me passa.
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Invincible ganhou só lapiseira. A parte de cima da primeira imagem são os instrumentos, que não ganharam muito espaço porque nessa o especial pra mim é a letra, ou seja, feita pela voz. A voz ganhou praticamente duas páginas, cheias de voltas, paradas entre elas e continuações, já que a voz não é constante (a gente respira, né? heheh!). Na segunda imagem é o fim só com a voz, onde tem "C" significa de onde eu comecei na página e "F" é onde eu acabei.
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Um bônus pra ver se a banda faz diferença na hora dos rabiscos. U2 - Magnificent. As imagens do clipe dessa fazem a diferença pra mim, então eu vi principalmente o clipe em cada parte, só que ouvindo a música. E fui passando cada som junto com a parte no clipe que lhe dizia respeito. Sim, ficou confuso. Só pra esclarecer, onde tem as setas e uma "linha" separando é a parte do clipe que eu mais gosto, a parte da música também. Não tem voz, é onde os instrumentos prevalecem. E eu os uni. Ficou mais lotado do que Muse, alguns detalhes diferentes... A banda, com certeza, faz a diferença. Afinal, o som é a diferença.
Não consegui os resultados que queria, mas estou chegando perto. Acho que vou tentar mais vezes :)
Eu nunca senti a dor da perda. Ou nunca havia sentido. Nós nos apressamos muito, de fato. Para tudo. Eu me apressei, era questão de honra. No fim, virou outra coisa. Ao decorrer das palavras, as mortes pareciam insignificantes. No final, eram vidas. Vidas bem vividas, mal vividas? Não sei, não me contaram sobre elas. Pode ser um livro. Páginas. Alguém fez aquilo. Porém, não quis o conhecimento dos "Agradecimentos" ou "Quem é o Autor". Você já parou pra pensar que aquilo realmente aconteceu? Foi a pouco tempo. Ainda tem uma porta entreaberta atrás de nós que bate. Um peso sobre cada um. Você não sente o seu? No final, eu conhecia aquelas vidas. Tinham sido a minha vida durante quatro dias. E elas passaram por mim. Me deixaram vazia, totalmente sem chão. Eu perdi vários de uma só vez. Teria realmente acabado o livro? Ele me encara logo atrás de mim. Teria deixado-o para trás? Mais certo ele ter me deixado pra trás. Eu sinto falta. No meio do vazio, um sorriso me encheu. Um judeu. Um ser humano. //Ironia hoje ter sido o Memorial ao Michael Jackson (?). Michael, rest in peace.
Estaria me fechando num cubículo cheio de sons? Ou algo do tipo, não exatamente um cubículo. Uma coisa que muda constantemente onde as formas acompanham as vozes e os sentidos. Ou as vozes acompanham o meu formato. Na verdade, os sons que me formam mesmo. E formam o "cubículo mutável".
A questão é o simples fato que passa de forma insignificante na minha frente. Na ação. Quando falam comigo, pessoas com quem eu não costumo falar, pessoas mais distantes ou até mesmo próximas o bastante, mas com quem eu não guardo intimidade. Eu deixo escapar. Cansei de falar e sorrir e dar explicações estúpidas acerca da minha vida e o que ando fazendo ou achando. Aí essas pessoas podem pensar que eu to meia doida, meia calada, meia viajante ou confusa, não sei. Só me toco depois que acontece mesmo, e não importa. É bom.
Hoje choveu, avancei no livro que ainda tenho que acabar hoje, amanhã viajo. A viagem é interessante. Nunca fui num ônibus cheio de gente que não conheço, só fui naqueles que a gente paga pra ir pra show ou coisa do tipo. Agora vai ser diferente. É tão estúpido, mas to até ansiosa, meio curiosa... Hum, doida pra ouvir minhas músicas enquanto aquela coisa enorme balança pela estrada, do lado de não sei quem, imaginando que vou longe da janela por mais que queira estar perto dela. Com salgadinhos numa mão e o "Na Multidão" na outra. Livro brasileiro, medo. Hahahah =P
Eu não costumo falar sobre minha vida, não é? O que acontece ou deixa de acontecer. São sempre os sentimentos e sons em relação à essas coisas. Talvez eu não tenha uma vida que mereça ser mencionada. Não por ser ruim, não por eu não ser grata. Só não tem nada diferente da sua. Um dia inteiro numa casa em cima da casa dos avós. Um meio surdo e outra que grita sempre que a oportunidade aparece - e quando não aparece também. Talvez seja por isso que está surdo, coitado.
E por aí vão os fatos que não são dignos o bastante para serem mencionados. Sabe o que merece mesmo? Mais uma descrição do céu. Estava com várias nuvens no pôr-do-sol, choveu. E agora está com um clima tão agradável. Frio. Aconchegante. Dá vontade de deitar nele e deixar ser envolta, literalmente coberta pelas estrelas que, infelizmente, tiraram uma folga.
//Pareço mais com o judeu do que poderia ser. Notei agora. O céu. A roubadora de céus. (:
Nada irá me afetar hoje. Já que o nada é nada, então nada mesmo irá me afetar. O tempo está perfeito. Um "quê" de verão com nuvens que se espalham por um longínquo céu fazendo um estilo de valsa. Uma valsa que não toca o chão, ela voa suavemente e, ao mesmo tempo, rápida demais. Está perfeito.
Eu sei o que me faz bem, porém certas vezes eu fujo disso. Certas vezes não, todas as vezes que puder. E que não puder. É tão ridículo, Ingrid. É como se as minhas férias começassem agora. Olhei lá pra cima e me toquei: é o primeiro domingo de férias. Precisei consultar o calendário pra ter certeza - é mesmo. Mas isso não importa, é o primeiro dia de férias. E a responsabilidade estará ausente. Vou fazer o que tinha que fazer, mas não da forma que faria. Vai ser perfeito porque já é perfeito.
Maybe. É uma palavra importante. Eu ainda vou fazer um post com ela, mas não num momento tão eufórico como esse. Sei que estou... feliz, por isso, maybe é momento reflexivo. Por mais que, devo adimitir, só estou feliz devido à reflexão. Perfeito.
Momentos simples são perfeitos. Momentos importantes e simples. Simplicidade é perfeição. A perfeição nem sempre está presente no todo, mas perceba, ela é minimalista, está no que é pequeno, e assim o conjunto, por mais desastroso que aparente ser, será perfeito. Acredite. Não veja para acreditar, só acredite para ver.
Geralmente venho. E você? (Isso não é literalmente, o que seria o literal dentro disso?)
É complicado olhar ao meu redor, me dá medo. Medo de ser confundida, de não conseguir me expressar. Não, eu nunca consegui me expressar, mas como não? Não é difícil. O único problema ou a única solução é o fato disso estar dentro de mim, porém as pessoas não olham para dentro de você. Quero dizer, eu não olho para dentro das pessoas mesmo que elas estejam implorando para eu fazer isso. Depois vem a sensação: O que fiz de errado? Seria mais certo... O que não fiz. Tenho tanto medo de deixar os outros verem porque é estranho. Não, a estranheza é o que menos importa. Se descobrirem, será a mesma coisa? Eu não serei a mesma, só serei o que sou. Iria perder tudo? O que teria para perder, nessa altura do campeonato, não é?
Isso deveria me fortalecer, mas eu acabo me misturando. Minha fé é capaz de fazer o impossível? Se sou louca o bastante para ser diferente então devo ser louca o bastante para fazer a diferença. Mas e se eu for igual? Publicamente, minha imagem é igual. Mas eu sei que não sou assim. Se todos passarem pelo mesmo em relação à esse assunto... Então eles deveriam ter noção do que provocam nas pessoas. São pessoas! Eles também. Escolheram isso e isso escolheu eles. No final a culpa é nossa por sermos tão estupidamente frágeis.
Tenho dois desejos mais fortes do que eu mesma agora. Primeiro, pedir desculpa por ser tão "impenetrável" e "impenetrante". Segundo, ter a chance de dizer ou, melhor ainda, expressar que isso me traz algum sentido. Por eles. E por mim.
"How did it come to this?
You will suck the life out of me." - Time is running out, Muse.
Estava balançando enquanto via algo sobre Picasso e Georges Braque. Um cubismo com suas ações em formas. Percebi vagamente que, atrás daquelas letras, havia um azul. Ele parecia balançar sozinho a partir de um retângulo que me convidava a balançar juntamente. Aumentei a minha velocidade, e ele acompanhava meu ritmo.
Naquele azul havia um branco perdido de onde eu tentei tirar alguém. Uma decepção, devo dizer, porque ninguém saiu daquele esbranquiçado louco. Eram somente tirinhas que iam sendo construídas. Lia um parágrafo e, lá estava o azul andante me chamando, suas formas deformando-se a cada segundo. As páginas da tira avançavam a partir do meu avançar nas cores e formas que lia. Aquelas cores e formas na minha frente, ou em cima de mim, eram tão mais fascinantes.
Algo aconteceu. Acredito que as letras me convidaram a passear entre elas, fazendo-me esquecer o azul com branco que só iriam me deixar mais melodramática. Em que aquilo me ajudaria numa nota, afinal? Passei para uma África, uma arte que sempre me encantou tanto. Quando, porém, entrei no Abstracionismo, me senti perdida. Eu sempre tiro conclusões do abstrato. Odiei ver a forma vaga como tratavam do que era pessoal. Um abstrato poderia ser levado tão na brincadeira? Li e olhei pra cima, para o marrom que formava minha proteção, viajando no pseudo-sentimento de liberdade. O lado me puxou.
O retângulo estava lá. Tão sombrio. O melodramático partiu para uma ação monótona e cheia de infrações. Obscuro. Via alguma mancha do que antes era branco, mas eram somente manchas perdidas num meio vasto e muito, mas muito mais soberano. Me vi pulando naquele meio, possuindo-o. Do nada, ele me possuiu. Queria ser engolida ele, afinal não eu conseguiria engolir ele. Como ingerir algo quer nós não conhecemos? Antes de ingerir precisa-se criar, e, sinceramente, vocês ainda não criaram uma concepção do que seria isso. Eu também não.
Me senti sumir e abrir um tipo de O Grito, onde as pessoas que me perseguiam era o próprio obscuro. No começo a liberdade era pura e infinda, agora estava simplesmente me prendendo para si. Uma liberdade acorrentada.
Levantei-me e vi que logo abaixo da minha visão havia algo mais escuro ainda. Como se o poder engolisse o pavor. Ele se aproximava de mim e o meu primeiro pensamento foi de como eu gostaria que ele se manifestasse, derramando tudo o que tinha sobre nós, mostrando que está acima e é maior do que qualquer tolo.
“Ela odeia o sol porque ele prova que ela não está sozinha. E o mundo não gira em torno da sua alma. Ela ama o céu. Disse que ele valida seu orgulho. Nunca vamos saber dela quando ela está errada.” – Black Keys.
“Foi quando eu percebi a simplicidade do preto e branco versus o barulho que é trazido pela cor.” - Nick Jonas.
Finito
A piada mais séria
Uma estranheza irônica
A face voltada para o oposto à ventania
Deveria ser tão calmo, absurdamente
Deu-se ao prazer de tentar mudar
Por nada mais suportar
Virou, tudo virou, mas nada mudou
Por não se suportar
Marionetes falantes não vivem
Bonecas quebradas ninguém quer
Eles quebraram tudo
O vazio é finito
O nada é mais do que você
Poxa, eu me sinto tão cansada. Esse cansaço acaba se transformando em irresponsabilidade, nada faço. E mais, se faço algo é pela metade. O pior é que eu sempre me pressiono. Existem pessoas que acreditam em mim. Eu tentei deixar de olhar para essas pessoas, quem sabe elas não olham para mim? Isso é estúpido. Alguém acredita em mim (?).
Ah sim, talvez seja uma música. Sem melodia, que triste. Eu deveria pegar o violão e tentar dar vida para isso? É tão estúpido. Dar vida. Merda, eu não tenho vida, imagina criar uma? Doce ignorância.
Sabe, eu estou feliz. Hoje houve uma “evolução”. É certo que eu sempre tenho os meus vícios, lógico. Porém há uma diferença entre eles: Os da vez e os que duram. Johnny Depp é um exemplo, minha história com ele foi linda, sabe? A Fantástica Fábrica de Chocolate com o meu Wonka. Eu criei, ainda criança, um carinho muito grande por aquele chocolateiro. Eu tenho um carinho muito grande pelo John ainda hoje, algo que vai além de um “fanatismo”, nem mesmo gosto de ser considerada fã.
Isso também aconteceu com a música. A música que passava despercebida adquiriu um significado ímpar em mim. Eu passei a percebê-la em todos os lugares e amei aquilo. Amo isso. Entretanto, essas coisas não ocorrem de um momento para o outro. Há um processo. Ver, ouvir, conhecer, conhecer mais um pouquinho, ver e ouvir de novo, gostar. Então... amar. Mas não esse amor fanático, repito, um carinho, um respeito. Um carinho de pai, como o John (pode acreditar). Um carinho de “praticante”, com a música. Um carinho de amiga.
Esse último é o novo, e é a razão da minha felicidade. O meu irmão, um tempo atrás, passou a ouvir Jonas Brothers. Eu meio que fazia hora com ele, aquela bandinha que as meninas gritavam e ele ouvindo no volume máximo e cantando junto, ou tentando. Eu nunca tinha visto eles mesmo, porém, certo dia, fui alugar um filme “mongol” com a minha prima. Aqueles filmes de histórias que a gente prevê, sacas? Aí foi Camp Rock, hahah. Ok, digamos que quando eu peguei o DVD e meio que achei aquele carinha com a guitarra de blusa e tênis xadrez lindo, lógico. Meio não, totalmente.
Quando aquele carinha aparecia no filme (o que não aconteceu muito) eu não via os outros carinhas que estavam por perto. Algo naquele rosto me atraia, além da beleza, heheh. Ok. Passou e mesmo assim eu ainda ouvia o meu irmão ouvindo as músicas deles. E, não sei como, mas... Bem, eu passei a ouvir um dia, que não me lembro qual foi. Acho que abri o clipe de Burnin’ Up, gostei, e ouvi o CD. Oh, eu sabia cantar as músicas!
Ultimamente eu andei baixando vários álbuns, várias bandas boas, mais ou menos, ou ruins. Aí baixei outros dos JB. Descobri o solo do Nick e baixei. Amei, sabe? Aquela criancinha apaixonada e apaixonante. E, já faz algum tempo, ando ouvindo, vendo, lendo, procurando muito Jonas Brothers. Músicas, clipes, shows, entrevistas, séries, aparições, notícias em geral... Caracas, tudo. To aprendendo a tocar e, entre as músicas que to tentando existem duas deles: S.O.S. e Burnin’ Up. S.O.S. é a que eu toco melhor entre as que to aprendendo.
Hoje procurei um vídeo deles tocando S.O.S. acústico, já que eu to tentando melhorar nela, e acabei entrando em outro que tinha na página. Huum, era a música A Little Bit Longer. Claro que eu sei que foi feita em relação à diabetes do Nick e tal, mas quando não conhecia ela (na época que provocava meu irmão) era uma das que eu menos gostava. Eu passei a gostar, vi a letra, achei linda e tudo mais. O vídeo era um show deles. O Nick cantando. O Nick tocando piano. O Nick... chorando. Ok, parei uns 30 segundos depois que digitei a última frase e já to com lágrimas nos olhos. Eu me peguei pedindo em pensamento pra Deus proteger ele. Foi como um BUUUM dentro de mim, uma emoção repentina e um carinho que passou de simples garota que acha ele um lindo e morre de vontade de ver ele para um carinho de grande felicidade de saber que ao menos ele existe, que ele está aí. Eu sempre tive ciúmes dos namoros ou supostos relacionamentos dele e as outras. A Miley. Mas eu me sinto bem agora se sei que ele está feliz.
Eu chorei com ele e estou chorando agora. Um carinho enorme, como pode? Nem o conheço. Eu me peguei pedindo pra ser amiga dele, sabe? Pra estar com ele quando ele precisasse de alguém, pra apoiá-lo ou orientá-lo. Pra ouvi-lo.
Pode parecer tão estúpido, mas criei uma amizade. Ou essa amizade criou ele para mim. Ganhei um amigo e não quero perdê-lo. Mesmo sem poder tê-lo.
//Minha prima disse que eu não faço o tipo de quem gosta de JB. Eu concordo. O meu gosto por eles é diferente, mas... Eu me pergunto se não é igual. De repente me surpreendo com gente. Mas o ponto é que eu não faço o tipo, porém eu não escolho o tipo. Isso meio que me escolheu.
Eu sou imprevisível. Sou estranha e sem rumo. Talvez esse post seja totalmente depressivo ou totalmente falso, quem sabe seja só interpretação, como todas as outras.
Ninguém disse que seria fácil.
Eu sei que ninguém é tão perfeito e que santidade é só a face. Estou criando coragem e revelando a farsa. O fundo musical ajuda, The Scientist (Coldplay). Nem sei direito o que vim falar, mas o dia foi tão depressivo. Começando pelo filminho de comédia romântica, merda de filminho. Quero dizer, acordei e não fui para a escola, dei uma desculpinha pra minha mãe (meio verdade) e não fui. Não perdi muita coisa e peguei praticamente toda a resolução do trabalho que passaram pelo do colega. Eu estou estranha. Quer dizer, eu sou totalmente estranha.
Existem pessoas que olham para mim e ficam me encarando. Eu me pergunto o que tem escrito na minha testa. Talvez eu esteja me enganando, talvez eu mesma tenha escrito e estou tentando esconder algo que há tanto tempo quis mostrar. Quem sou eu.
Isso é melodramático. Acabou a música, vamos para o assunto. Quem sou eu é muito melodramático e adolescente, e eu me vejo como algo além de uma adolescente. O meu pai sempre chega para mim e diz que estou seguindo rótulos, que quando falo “dãã!” para ele é pura imitação, que assistir novelas, algo que nunca fiz, não é algo que deva ser feito agora. Que eu devo ser mais gente. Haha! O pior é que eu nunca consigo respondê-lo, eu sempre planejo os mais extraordinários diálogos, mas nunca os ponho em ação, porque não dá para dialogar, ou talvez... Eu não queira. Porque talvez não seja isso que eu passei para eles (pai e mãe). Eu sempre fui a criança, a filhinha mais nova, a bebê. E de repente eu apareço totalmente contraditória, ouvindo um Avenged Sevenfold e pintando a unha de... Rosa pink.
Com os meus amigos de conversa do colégio eu sou engraçada. Com os meus amigos de estudo e pura nerdagem eu sou extrovertida e bem irônica. Quer dizer, com os dois grupos eu sou extrovertida e irônica. Com os idiotas que se acham demais, aqueles garotos que estão passando pela mudança de voz e acham que isso é tudo e pura masculinidade eu sou... Não sou nada, eu os ignoro. “Sim”, “não”, “tanto faz”. Eu gosto de ser assim, porque por mais que não seja manipuladora também não aceito ser manipulada como muitas menininhas.
Com os estranhos, falo o necessário. Não fico “acanhada” no meu canto quando preciso de alguma coisa deles ou quando eles precisam de algo de mim. Sou até comunicativa, mas restritamente.
Com a minha família fora de casa, aquela família geral reunida, eu sou estranha. Tem dias que rio de um espirro e outros a maior piada não tira um sorriso verdadeiro de mim. Com os primos, quando estão os próximos e os distantes, envolvendo amigos da família, eu sou tímida. Quando disse numa dinâmica em que parte desses primos e amigos estavam presentes que não era tímida eles ficaram: Como?! Preferi não explicar. Eu confundi tudo.
Porque o que eu sou com alguém eu não sou com outro alguém. Isso é comum? Talvez. Mas isso me faz ser imprevisível. E não com as outras pessoas, porque como eu mostrei, sei exatamente a atitude que tenho com todos. Mas e comigo? Eu não sei se vou ser a engraçada, a irônica, a criança, a comunicativa restrita ou a tímida. No final, sou a estranha. Por isso eu sou estranha.
Just because I’m losing doesn’t mean I’m lost. Para ser sincera, essa frase não se aplica a mim. O que eu estou perdendo? E eu estou perdida sim. Eu não posso perder porque não tenho o que perder, não tenho nem mesmo a mim.
Mas estou perdida.
07/05
Eu estou totalmente desesperada. Percebo que me tornei uma dependente, e isso é muito, muito, muito estranho. Eu já dependo de muitas coisas nessa vida, e apareceu mais uma para me prender assim... Não estou brincando, sinto que às vezes faltam forças, e o motivo é tão idiota para alguns, mas é uma droga para mim. É a minha droga.
Os meus ouvidos tornaram-se dependentes. E eles levaram esses efeitos para todo o meu corpo. Primeiro não passava de algum barulho para entreter... Depois virou questão de honra, o conhecer. Depois foi algo como um movimento, uma voz, um movimento, uma batida, uma voz. E então passou pra algo muito mais sentimental e afetivo, que sem esse algo eu me sinto sem mim. Eu não sei o que sou eu, mas quando tenho essa droga as coisas tentam se encaixar, porque ela me entende, eu entendo ela. È incrível.
Será uma doença? Meu, é a música. Eu sei, é super idiota quando eu falo o que é a droga, mas é super sério também. Eu não consigo mais... Eu não sei, não seria algo para entreter? Por que para mim tem que ter esse significado... Essa força tão magnífica. Eu estou desesperada porque agora (07/05 às 20:18) e todo esse dia eu fiquei sem internet. Ok, falta de internet não impede ouvir música, mas eu tenho que baixar músicas todos os dias e ver novidades sobre ela, e ficar jogando sinuca, ouvindo música, falando besteira e ouvindo música, entende?
Lógico que eu to matando um pouco do vício agora, mas é aquela coisa, quando mais você engorda mais a barriga quer engordar. Então eu fiz trabalhos ouvindo músicas, trabalhos que eu faria de última hora se não fosse a falta de internet. Raciocine: Com internet eu escuto música na boa, porque não fico parada no canto. Sem internet... O que fazer aqui? Então pelo menos faço trabalho e escuto música. E como baixar os outros álbuns do Tokio Hotel? Ah é, eu to gostando muito das músicas deles.
VAI FUNCIONAR, AGORA VAI! Acesso negado. Nome de usuário e/ou senha inválidos no domínio.
Céus, meu pai não sabe a senha.
To ferrada.
Ok, música e sentada, bem paradinha.
Ah meu, 30 Seconds to Mars não pode esperar. It’s a beautiful lie. {...} To believe. ;)
Opa, vontade de ouvir Jonas Brothers agora. Se mata, Ingrid, se mata! Toniiiiiiight!
Merda. Cadê a cultura? Auihsiuhsiauhsaiuhsaiuhsaiu! xD
Só assim pra eu rir hoje. Ah, vou ver as fotos do Nick, tchau. ;x³
(08/05) P.S.: O problema era só o usuário, tinha que por o e-mail (lesada³). Quando resolvi isso da internet (hoje) o pc não tava reconhecendo o som. Incrível, dá certo um, dá erro em outro. Mas consegui resolver.
Quer saber? Acho que eu só estou tentando preencher o vazio. Acho que perdi as esperanças e fui buscar algo longe, muito longe, para me avisar: Você não pode achar algo aí, mas o que achar em outro lugar {não poderá ter}. É isso, eu só estou sendo idiota como sempre. É super sem nexo, entende? É super patético.
“O segredo” faz o impossível, ah tá... Cansei das impossibilidades. Por que diabos eu não posso ser uma pessoa normal, nos padrões e “possível” na sociedade? Por que eu tenho que querer sempre o errado e quando consigo, ou ponho pressão para conseguir, tem que ser algo tão errado? Porque eu quis o errado, dã! Isso não está certo, e eu não gosto das normas que ditam o certo/errado, eu quebro elas de qualquer forma. Qualquer um diria: Você é doida, pirou?! Aham, porque eu sempre busco o errado pelo caminho errado. Eu sempre peço o errado e da forma mais errada possível. O certo é algo muito, muito mais longe do que o errado. O certo para mim agora é impossível e se eu sigo o errado então o meu certo que resolveria todos os problemas não iria acontecer, mas se isso é errado e o que eu quero que aconteça tem que ser errado, porque eu só peço o errado, então o errado tem que acontecer. Complicado.
No pior das hipóteses, eu fico com o errado. O errado tem que dar certo!
Ah, ainda presa na música, isso tem a ver com a música, merda (bate na boca um milhão de vezes) de música. Eu não tenho mais música pra preencher o tempo. Por que não olho pras outras?
I've never seen your face. I've never heard your voice. But I think I like it. - Muse, tinha que ser Muse. ;D
Eu diria que a imagem do Happ.y.ness mudou muito. Hoje é praticamente um blog sobre música, onde eu deixo os sons expressarem o que eu sinto. Músicas e bandas me descrevem, ritmos que alternam do nada são o mesmo que a Ingrid, não há muito mistério nisso. Mas como combinar o violino com a bateria? Essas minhas partes opostas sempre aparecem, duas e até três de uma só vez. Quem sabe mais... E eu acabo tento que uni-las e viver aquele dia com aquele ritmo, afinal, foram os instrumentos escolhidos. Existem vezes que vozes gritam dentro de mim, como num heavy metal, todas querendo sair, rasgar a minha garganta e cortar as outras falas. Todas querem ser ouvidas, de uma só vez, agora. Há vezes em que o silencio é absoluto. Existe paz, ou não. Muitas vezes é só porque eu preciso daquele nada, daquele vazio. Eu preciso só escutar os instrumentos (sentimentos) e deixar as atitudes virem à tona, sem mais vozes ou gritos. É como ouvir Avenged Sevenfold hoje e The Beatles amanhã.
Sabe, eu não preciso de mais nada quando tenho minhas músicas. Ah, isso é mentira... A música é o que traz novos desejos, novas necessidades. E é engraçado como estas se expressam, como você está gargalhando num momento e, no outro, está aos prantos. Como que as paredes estivessem fechando sobre você e a única coisa que você tem certeza que pode ter é aquela música, só a música. Está sendo o bastante, mas não tudo o que eu quero. Eu sou teimosa, sabe?!
Partindo da filosofia para... a filosofia (?), aiuhsiushauisahui! Bem, A Little Piece Of Heaven (Avenged Sevenfold) é uma música ótima, muito, muito boa mesmo. O melhor é a mudança de tons e vozes que tem nela, todo o cenário que os ritmos e a própria letra proporcionam. Uma raiva, arrependimento, felicidade, até fé... Não sei como explicar, mas isso tudo resulta em algo: Ela é ótima pra dançar, porque seus passos em um segundo passam de suaves para a maior crueldade que se pode ter por meio de braços e pernas em movimentos, que não fere a ninguém senão a si mesmo (interiormente, lógico que eu não vou me bater enquanto danço). Dear God, da mesma banda, é tão... Protetor, acolhedor. É daquelas que a gente diz: Ah, que linda! Olha só a letra dela, fala por todo o conjunto da música.
É isso. E eu não me canso de falar sobre o “isso”. ;*
Estou lendo O Portal do Corvo. Não é um livro muito bom, mas é até... interessante. O problema é que eu não consigo imaginá-lo como livro, para mim aquela história nasceu para ser vista, ou seja, um filme, e não um livro. Sim, desde a primeira palavra eu já estava "assistindo" o filme, só em ver o título eu pensei: Não existe um filme disso?! Quando meu pai viu o livro ele perguntou: É de qual filme?! Pera, que filme é esse, peloamordedeus?! Sem falar que eu tenho que ler A Hora da Estrela, Clarice Lispector. Eu não estou com a mínima vontade, mas é pro colégio. Ah, e to querendo muito ler a série As Crônicas de Nárnia. Ontem eu assisti O Príncipe Caspian e achei muito, muito bom mesmo. Eu já li a um tempão o primeiro livro, que nem lembro o título direito, mas fala como nasceu Nárnia. Eu simplesmente amo esses livros que não tem nada a ver com a realidade, essas ficções além da nossa rotina estúpida, me faz sair um pouco da minha vida.
Como se houvesse escolha, saída, chance ou destino. Como se os gritos adiantassem, como se a dor expressa na face valesse. Nada do que você possa fazer irá convencê-los. Nada do que você possa dizer entrará pelos seus ouvidos. Eu sei, é injusto. Eu sei, você quer, você precisa ser ouvida, você precisa avisar. Isso precisa ter um fim. Mas eles? Eles não te querem. Eles não querem nada do que você possa fazer, eles sentem que não precisam de você. Ohh, escute bem, eles vão precisar! As coisas mudam, tudo é contraditório. Tudo é uma grande contradição, então acorde e faça o seu mundo. Esqueça, esqueça, não os veja mais, eles não te veem. Mas oh, um dia, quem sabe amanhã, eles pedirão ajuda, eles pedirão novos olhos para te enchergar. Eles pedirão novos ouvidos, eles pedirão uma nova vida. Você dirá: O quê? Eu não os vejo, eu não os escuto, eu não quero vocês. Não é vingança, é realidade. Você não precisa mais, o que fazer? Mentir? Dizer que é totalmente dependente? Não. Nós somos livres, nós somos gente. Nós só não somos iguais a eles. Eles não nos merecem, não merecem nossa igualdade. Eles estão no nível merda, mais atolados do que qualquer lixão. Eles são piores do que o lixo. Ohh, você consegue. Ohh, você conseguiu. Então bom dia, meu amor. Nós somos o que sempre quisemos ser, não existem mais grades. Olhe o céu, ele é todo seu. Acorde.
Avanged Sevenfold, Beast And The Harlot. Música descoberta enquanto eu jogava Guitar Hero, e logo se tornou a minha preferida do jogo. É... Demais.
Eu penso no que você me falou, eu vejo os seus olhos, eu sinto sua pele. Eu estou vivo agora, porque eu estou com você e você é a vida, certo? É a minha vida. Mas que egoísta, que grande ganância. Eu te roubei, eu fiz de você o meu destino. Eu digo: Bom dia, anjo. Eu digo: Boa noite, amor. Todos os dias, todas as horas você está aqui. E a liberdade? A liberdade, sinto eu, está no meu amor. A prisão, sinto eu, está no meu amor. O amor que sinto me liberta, me livra do mundo, dos outros. Ele me prende a você, ele prende você a mim. Ele é justo, ele só é contraditório. Ele te quer. Eu não me amo mais do que amo você, entretanto eu não te mereço, mereço só a mim. Sim, diga sim. Eu quero um sim, o meu amor clama por ele. Tão doce, toda a minha vida era tão amargo. Mas com você tudo melhorou instantaneamente. O dia acorda agora. A noite simplesmente mostra suas estrelas, e já não há mais segredos nela, somente o brilho, o seu brilho estampado no céu. Espera, será que não é uma comparação injusta? O céu não está tão radiante como você.
Muse, Time is Running Out. Será que está nascendo uma nova fã de Muse?! Agora, depois de reler isso, eu achei uma semelhança muito grande com o Edward.
Eu sei que tem algumas coisas parecidas nas duas músicas, como palavras. Mas não foi algo provocado pelo... meu subconsciente, digamos assim. É que eu acho ambas muito parecidas, e diferentes. Por isso a contradição sempre presente. É, estranho. Tudo nessa vida é muito estranho mesmo.
Eu encontrei algumas músicas da vez. Sim, algumas com "s". Eu estou ficando melhor nisso, são tantas música boas... Acho que, bem, eu não queria falar isso porque eu acho falso quando alguém diz coisas do tipo, mas eu falo sinceramente, digamos que... de "coração" (meloso, eca): Eu nasci pro rock, e o rock nasceu para todos que gostam de música. ;D
Ah, e eu não vou sempre postar essas músiquinhas. Aliás, se postar vai ser só uma de vez. Dessa vez foi porque as duas realmente precisavam estar juntas.